Realizar exames ocupacionais faz parte da rotina de muitas empresas. O desafio está em organizar esse atendimento de forma eficiente, principalmente quando os colaboradores precisam se deslocar para diferentes clínicas, laboratórios ou outros pontos de atendimento.
Uma alternativa é levar a própria estrutura até onde os colaboradores estão. É nesse contexto que entra a unidade móvel de saúde ocupacional: uma estrutura planejada para reunir ambientes, equipamentos e recursos necessários para determinados exames e avaliações em um único local.
A Athos desenvolveu um semirreboque de saúde ocupacional para a Rittus, empresa especializada em saúde ocupacional e segurança do trabalho. O projeto reuniu diferentes ambientes e atendimentos em uma única estrutura, preparada para levar essa operação até os locais em que ela é necessária.
O que é saúde ocupacional?
Saúde ocupacional reúne ações voltadas à promoção e à preservação da saúde dos trabalhadores, considerando os riscos presentes nas atividades realizadas pela empresa.
No Brasil, a NR-7 estabelece diretrizes para o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), com o objetivo de proteger e preservar a saúde dos empregados em relação aos riscos ocupacionais.
Na prática, isso envolve diferentes etapas de acompanhamento e atendimento. A empresa precisa organizá-las de acordo com as características da própria operação.
Por isso, quando decide levar parte desses atendimentos até seus colaboradores, também precisa definir quais exames realizará, quantas pessoas atenderá, quais equipamentos utilizará e como organizará os fluxos dentro da unidade.
O que é uma unidade móvel de saúde ocupacional?
Uma unidade móvel de saúde ocupacional é uma estrutura preparada para realizar exames, avaliações e atendimentos relacionados à saúde dos colaboradores no local de trabalho ou em outros pontos definidos pela operação.
Em vez de concentrar todos os atendimentos em uma estrutura fixa, o modelo desloca os ambientes e equipamentos necessários para o local escolhido pela empresa.
Mas a mobilidade, por si só, não define o projeto. Para que a unidade funcione de maneira adequada, é necessário considerar a quantidade de colaboradores, os tipos de exames, os equipamentos envolvidos, os ambientes necessários e a circulação das pessoas.
A dinâmica de atendimento também precisa fazer parte dessa definição. Afinal, os espaços devem funcionar de forma integrada, permitindo que profissionais e colaboradores circulem pela unidade durante os atendimentos.
Quais exames podem ser realizados em uma unidade móvel?
Os exames realizados dependem da configuração definida para cada operação. Por isso, o projeto precisa partir dos serviços que serão oferecidos e das condições necessárias para realizá-los.
No semirreboque de saúde ocupacional desenvolvido para a Rittus, a estrutura conta com ambientes destinados a diferentes atendimentos, entre eles:
- sala exclusiva para exames de raio-X;
- sala para realização de diferentes exames;
- espaço destinado à coleta de sangue;
- sala específica para exames de audiometria;
- consultório médico para avaliações e consultas ocupacionais.
A integração desses ambientes permite concentrar diferentes etapas do atendimento em uma única unidade.
Além de reunir salas, o projeto precisa fazer com que esses espaços funcionem em conjunto, considerando os equipamentos, os fluxos de circulação e as características de cada atendimento.
Quais são as vantagens de levar os exames até a empresa?
Quando a estrutura de atendimento vai até o local de trabalho, a operação pode reduzir a necessidade de deslocar os colaboradores para diferentes pontos de atendimento.
Em vez de organizar trajetos para clínicas, laboratórios ou outros locais, a empresa pode concentrar determinados exames e avaliações em uma estrutura preparada para essa finalidade.
Essa configuração pode ser especialmente relevante em operações com grande número de colaboradores, unidades distribuídas em diferentes regiões ou períodos específicos de atendimento.
Para os colaboradores, a realização dos exames no próprio local de trabalho também simplifica parte da logística envolvida no processo.
Assim, a unidade móvel desloca o ponto de atendimento para mais perto de quem precisa utilizá-lo, sem deixar de considerar as exigências de cada procedimento.
Uma unidade móvel pode concentrar diferentes atendimentos?
Sim. A estrutura pode reunir diferentes ambientes e serviços quando o projeto parte das necessidades da operação.
O semirreboque desenvolvido para a Rittus demonstra essa possibilidade ao integrar exames de raio-X, audiometria, coleta de sangue, outros exames e consultas médicas em uma única unidade.
Para que essa integração funcione, cada ambiente precisa ser pensado dentro do conjunto. A disposição das salas, os equipamentos, a circulação e a relação entre os diferentes atendimentos fazem parte do projeto.
É essa lógica que permite adaptar uma unidade móvel a diferentes demandas, em vez de trabalhar com uma estrutura fixa e genérica para qualquer operação.
Athos: estruturas móveis desenvolvidas para cada necessidade
O projeto desenvolvido para a Rittus mostra como uma necessidade específica pode se transformar em uma estrutura móvel completa.
A Athos desenvolve unidades sob medida para diferentes finalidades, considerando a operação que acontecerá dentro de cada espaço e os recursos necessários para colocá-la em funcionamento.
No caso da saúde ocupacional, isso significa transformar a necessidade de levar exames e atendimentos até diferentes locais em uma estrutura planejada para essa finalidade.
Está planejando uma unidade móvel para sua operação? Fale com a Athos e descubra como transformar sua necessidade em um projeto sob medida.


